Este é o meu ponto de vista!

sábado, 10 de abril de 2010

Stress e ônibus, tudo a ver.

A maioria dos brasileiros INfelizmente necessitam do busão pra ir em algum lugar qualquer. O foda é quando você precisa pegar o bendito todos os dias. Ganhar uma carona de um conhecido, realmente, é como achar dinheiro. No ponto de ônibus, sempre tem alguém super impolgado necessitando de uma amizade que puxa assunto com você. E você acaba socializando no ponto de ônibus, vira BFF (best friend forever) de todos. As velhinhas sempre reclamam como está demorado o ônibus, e as mais pessimistas já afirmam que perderam o ônibus. O ruim é quando elas estão certas, pois teremos que ouvir sobre a infância dela até os dias de hoje enquanto o ônibus não chega. Quando você finalmente o vê apontando na esquina sente um alívio e não sabendo que é só o início da sua luta pra chegar ao seu destino. Você vai andando feliz e sorridente em direção a ele e o fdp do motorista simplesmente para a 50 km de distância de você, e todos os mais espertos que já sabem disso, entram na sua frente e lotam o ônibus não deixando sequer uma vagazinha pra você se sentar. Beleza, você entrou no ônibus mega lotado.

Você sempre dá uma vizualizada nas pessoas que estão lá dentro, e você já percebe que alguns também pegam o mesmo horário todos os dias, coitados. Os lugares todos ocupados, alguns fazem questão de se sentar na beirada do banco e deixar o espaço da janela só pra ocupar dois lugares. Porque não colocam logo uma placa dizendo: não sentem do meu lado imbecis! Fora quando eles sentam na janela e colocam uma sacolinha do lado, á vá se lascar, isso me estressa. okay, você manda eles tirarem a droga da sacola, ou arredarem pra você se sentar. Depois que você ta sentado, chega um cara, sabe, bEEm galã, e segura na barra de metal do banco que você está. Reze pra chegar logo se não quizer morrer asfixiada com o cheiro agradável do cara. Teeeenso, muito tenso.

A poluição sonora é som para seus ouvidos, criança chorando, vozes, vozes, vozes e mais vozes que se misturam formando um coral de pobre. Quando eu encontro algum conhecido no ônibus, completa o coral de pobre, porque aí são mais duas vozes acrescentadas. Tenho pena do trocador que tem que ficar ali o dia todo, o motorista nem rasga, fica lá na frente prestando atenção no trânsito. O trocador sempre faz questão de poupar as suas moedas, te perguntando se você tem cinco ou dez centavos pra ele te voltar uma nota. É melhor você ter uma moeda, ou fingir que procurou no bolso, porque o olhar deles quando você diz que não tem, revela: eles odeiam quando você não tem a moedinha. fikadica.

Finalmente chega no destino, aí sim você pode se sentir aliviada, pois a situação em que você se encontra não é nada agradável: uma pessoa que foi obrigada a deixar você se sentar do lado dela, uma pessoa mega “limpa” em pé ao seu lado, e uma falação desgramada. Você se levanta, pede licença pra todo mundo, opa, desculpa, pisei no seu pé. Detalhe, uma vez fui saindo, segurando nas barras de metal, e minha mão simplesmente embolou num cabelo cacheado (sim, estou sendo generosa falando cacheado). Eu comecei a puxar o dedo pra me livrar, a mulher olhou pra mim e não disse uma palavra, mais a cara dela de quem queria me esganar até a morte dizia tudo. Quando você chega e finalmente vai se aproximando da porta (luz no fim do túnel) percebe as pessoas felizes e sorridentes dizendo obrigada ao motorista, que geralmente se sente um super-homem ao falar 'por nada'. Só nos seus melhores dias mesmo pra dizer obrigada ao motorista. O ego e bom humor tem que estar bem elevado, o que é meio difícil, depois de toda a batalha já descrita.

Sempre tem uma senhora que anda bem devagar na sua frente. A luz que você enxerga no fim do túnel já te dá uma acalmada e faz com que você espere e também caminhe pacientemente no corredor de pessoas nada simpáticas. E finalmente, você coloca um pé pro lado de fora, e depois o outro. Ufa! Vai, vai embora logo veículo desagradável, volta pro mar oferenda. Sim, é o fim de mais uma trajetória que se repetirá no dia seguinte, e nos próximos também.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Amizade, amor que nunca morre.


Todas as pessoas nesse mundo tem amigos. Um amigo de escola, um amigo de infância, um amigo do trabalho, um amigo parente, um amigo cachorro. Amigo que é amigo, a gente nunca esquece, não importa o tempo que fique sem falar, ou a distância que ele está. A amizade é o amor que nunca morre, a paixão que nunca esfria. O amigo faz a gente chorar de tanto rir, dá broncas quando fazemos coisa errada, e nos consola quando estamos tristes. Com o tempo o sentimento de afeto que se tem por um amigo se torna um amor fraternal, daí o consideramos como irmãos. Gostamos de todos os amigos, mais sempre tem o melhor amigo que contamos tudo. Coisas inúteis, coisas do cotidiano, amores, confusões, micos e afins. Tem coisas que não dá pra contar pra família, porque ninguém nos entenderia, ou porque o problema é a própria, e pra quem vamos contar? Adivinhe. Amigos compram briga pelo outro, entram em confusões do outro e até mesmo fica com raiva dos inimigos do outro. Amizade é coisa que vem desde a antiguidade, e que vai perdurar a eternidade. Quando quebramos a cara, eles nunca dizem 'eu te avisei', dizem 'sinto muito'. Amigos nunca gostam de ver a gente triste, estão sempre tentando nos alegrar quando estamos jururu. A amizade está totalmente relacionada á intimidade. Ás vezes criamos tanta intimidade com um amigo que entendemos o que eles estão pensando apenas por um olhar. Falamos coisas idiotas sem se sentir um depois. Ligamos pra um amigo pra falar simplesmente sobre nada, jogar conversa fora, e isso vai longe. Quando conversamos com um amigo as horas simplesmente voam, é como ler um bom livro, ou navegar na internet. Por falar em internet, ela nos ajuda muito a manter uma amizade. Quem não gosta de ficar horas conversando sobre nada com um amigo na internet, mandando links engraçados, compartilhando e-mails interessantes. Com os amigos de infância a gente relembra tudo o que passamos quando crianças. As nossas brincadeiras inocentes, as nossas professoras do pré-escolar, as nossas briguinhas infantis, e depois rimos de tudo. Olhamos para eles e parece passar um filme na nossa cabeça, aonde aos poucos eles vão crescendo criando maturidade, até chegar os dias de hoje. Existem os amigos das conversas sem fim, onde a cada hora vão surgindo mais assuntos a serem falados, mais casos a serem contados, mais histórias para serem ouvidas. Não á quem resista a uma conversa assim. Tem os amigos coloridos, aqueles que, sempre na conversa rola um clima que insiste em acabar com a bela 'amizade'. Todo mundo tem um amigo ouvinte, aquele que não se pronuncia muito, que ri das suas bobeiras, das suas piadas sem graça, que escuta problemas e te compreende em todos os aspectos. Quem não tem um amigo encrenqueiro, que adora tirar um sarro com a sua cara, e depois ri das suas próprias piadas. Tem aquele amigo palhaço, que te faz rir o tempo inteiro até deixar com dor de barriga, contagiando também todas as pessoas ao lado. Não dá pra viver sem o amigo prestativo, um amigo que sempre te ajuda na hora do aperto, que esta alí, pra o que der e vier, e é claro, estamos pronto pra ajudá-lo também. Quando discutimos com um amigo, dá um aperto no peito, um incômodo que não passa enquanto a gente não faz as pazes. Isso não demora muito, pois logo estamos de papo de novo como se nada tivesse acontecido. Ninguém nesse mundo consegue viver sem amigos. Nós não somos nada sozinhos, necessitamos de alguém para compartilharmos nossas alegrias e tristezas. Sempre precisaremos de um ombro amigo, um abraço companheiro e uma mão estendida.


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